3 de dez de 2013

Refúgio (...)


Seguindo o caminho das pedras,
Em meio aquele riacho,
Eu ia de encontro à sinfonia dos pássaros,
E do perfume das majestosas rosas.

O meu coração se envaidecia,
E ali, eu repousava numa paz plena.
Olhando o imenso horizonte à minha vista,
A viola pedia pra cantar com as aves.
Logo atendia seu desejo.

Dedilhando canções, acolhendo a simplicidade do momento.
Retirando de mim as tempestades 
Que encobriam meus olhos de lágrimas.
Olhando o imenso horizonte à minha vista, reconhecendo erros,
Reconhecendo a mim. 

Crio meu mundo particular.
Sem dor, sem espinhos, sem choro.
Apenas o canto da doce viola 
Embalando o meu coração que se fazia puro,
Sem pedir, sem gritar.
Somente à ouvir a voz da vida.

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